Sudeco apoia instalação de Pequenas Centrais Hidrelétricas no MT

Sudeco apoia instalação de Pequenas Centrais Hidrelétricas no MT

Por Assessoria de Comunicação

Publicação: Seg, 05 Fev 2018 07:12:00 -0300

Última modificação: Seg, 05 Fev 2018 15:10:05 -0300

As Pequenas Centrais Hidrelétricas precisam ter entre 5 e 30 megawatts (MW) de potência e devem ter menos de 13 km² de área de reservatório.

Crédito: Ministério do Planejamento.Gov

O Grupo São Benedito esteve na Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), junto do Banco do Brasil, pleiteando recursos para a construção de três pequenas centrais hidrelétricas que serão construídas no estado do Mato Grosso: PCH Mantovillis, com 5,2 megawatts de potência, PCH Estivadinho 3, com 3,98 MW de potência, e PCH Juí 117, com 26 MW. As três PCHs estão localizadas respetivamente nas cidades de Santo Antônio, Reserva do Cabaçal e Campos de Júlio. Foram R$ 268 milhões em investimentos nesse projeto.


“Esse projeto gira em torno de R$ 268 milhões, que são três PCHs no estado do Mato Grosso. A reunião com o Banco do Brasil e os empresários foi muito produtiva. O Grupo São Bento tem bastante credibilidade no estado do Mato Grosso. O Banco do Brasil está, mais uma vez, sendo parceiro da Sudeco. É um projeto de geração de energias. O País passa por uma crise de energia”, ressalta o Diretor de Implementação de Programas e de Gestão de Fundos da Sudeco, Edimilson Alves.


A estimativa é que a análise do projeto do Grupo São Benedito esteja concluída em aproximadamente dois meses. O prazo de conclusão das PCHs está previsto para 2019.


“Eu achei extremamente produtiva a reunião. O Banco do Brasil está com uma velocidade incrível. Muito positivo o empenho da Sudeco em apoiar esse tipo de energia, principalmente em Mato Grosso, que é a última fronteira de energia limpa do Brasil”, conclui o sócio do Grupo São Benedito, Ralf Rueda.


Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs)


As Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) são usinas hidrelétricas de tamanho e potência relativamente reduzidos, conforme classificação feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em 1997. Esses empreendimentos têm, obrigatoriamente, entre 5 e 30 megawatts (MW) de potência e devem ter menos de 13 km² de área de reservatório. As PCHs são responsáveis por cerca de 3,5% de toda a capacidade instalada do sistema interligado nacional.